A pandemia de gripe de 2009
Inicialmente designada como gripe suína e em abril de 2009 como gripe A, é um surto global de uma variante de gripe suína cujos primeiros casos ocorreram no México em meados do mês de março de 2009,[59] veio a espalhar-se pelo mundo, tendo começado pela América do Norte, atingindo pouco tempo depois a Europa e a Oceania. O vírus foi identificado como Influenza A subtipo H1N1, uma variante nova da gripe suína. Ele contém ADN típico de vírus aviários, suínos e humanos, incluindo elementos dos vírus suínos europeus e asiáticos. Os sintomas da doença são o aparecimento repentino de febre, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação nos olhos e fluxo nasal.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou em 25 de Abril que a epidemia é um caso de "emergência na saúde pública internacional", significando que os países em todo o mundo deverão acentuar a vigilância em relação à propagação do vírus.[60] No dia 27 de Abril a mesma organização elevou o nível de alerta pandêmico para 4,[61][62] o que significa que se verifica transmissão pessoa a pessoa, com risco de surtos localizados.[62] Dois dias depois, no dia 29, OMS eleva para 5 o nível de alerta,[63] o que significa que há a transmissão da doença entre pessoas em pelo menos dois países com um risco de pandemia iminente.[64] A escala da OMS vai de 1 a 6.[65] No dia 11 de junho o nível de alerta subiu ao máximo (nível 6) e é decretada a pandemia,[66] visto esta existir em mais de 75 países e em vários continentes.
Designação
Os suinocultores temem um impacto negativo sobre as vendas de carne de porco. O governo egípcio ordenou, por causa da gripe, o sacrifício de todo o rebanho suíno daquele país (estimado em 300 mil cabeças). Por isso se propôs mudar o nome da doença de "gripe suína" para "gripe mexicana" (já que a doença surgiu no México) ou "gripe norte-americana" (já que teria surgido simultaneamente no México e no sul dos Estados Unidos), pois já se comprovou que o consumo de carne suína não transmite a doença.
O Brasil é o quarto maior exportador mundial de carne suína. Ao final de 2008, tinha exportado 1,48 bilhão de dólares (pouco mais de três bilhões de reais) – um aumento de 20% em relação a 2007. Em 28 de abril, a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), enviou à diretoria geral da Organização Mundial da Saúde, um pedido de mudança da denominação da gripe.[67]
Em 30 de abril, a OMS passou a referir-se à doença como influenza A (H1N1), [68] e a comissária da Saúde da União Europeia, Androulla Vassiliou, em comunicado à imprensa, falou em "nova gripe". [69] "O vírus é cada vez mais humano e cada vez tem menos a ver com o animal", explicou Dick Thomson, porta-voz da instituição.
Designar esta gripe apenas por "Gripe A" é (no entanto) errado, já que a grande maioria das gripes humanas sazonais são do subtipo A do vírus Influenza. É, assim, necessário especificar se se trata de H1N1, H5N1, ou um outro subtipo do Vírus Influenza A.
Surgimento
A pandemia se iniciou em La Gloria, distrito de Perote, a 10 km da criação de porcos das granjas Carroll, subsidiária da Smithfield Foods. O paciente zero foi o menino de 4 anos Edgar Hernandez. Provavelmente seu organismo foi plataforma para a alteração do vírus, que se tornou "mais humano". Em dezembro do ano passado já havia sido constatada uma gripe desconhecida que se espalhava rapidamente.
Segundo estudo publicado pelo The New England Journal of Medicine e pelo jornal inglês The Independent, a pandemia pode ter resultado de um acidente de pesquisa em algum laboratório, no final dos anos 1970. A gripe suína havia desaparecido entre os humanos, depois de uma pandemia de outra linhagem do vírus, em 1957. Depois disso, o H1N1 não foi detectado até janeiro de 1976, quando ocorreu um novo surto. O vírus pode ter sido reintroduzido acidentalmente por cientistas e causou uma pandemia em 1977, iniciada na Rússia e na China. Por isso cientistas de todo o mundo voltaram a estudar o vírus, com amostras congeladas e armazenadas desde os anos 1950. Depois de 1977, a gripe suína reapareceu anualmente. Pesquisadores da Univerdidade de Pittsburgh acreditam que algum dos laboratórios, que possuía a linhagem dos anos 1950, tenha deixado que o vírus acidentalmente escapasse.
Pandemia
A OMS aumentou o nível de ameaça da gripe para seis, nível este considerado máximo na escala, indicando uma pandemia..[72] A diretora geral da organização, Margaret Chan, que retornou de forma antecipada a Genebra de uma visita aos EUA para estar à frente do grupo de especialistas que estudam se há a necessidade de declarar uma emergência sanitária mundial. "Um novo vírus é o responsável por esses casos no México e nos EUA. Estamos muito preocupados, é uma situação muito grave que deve ser vigiada muito de perto", disse ela. "A situação está evoluindo muito rapidamente e é imprevisível", acrescentou. Embora a organização ainda não tenha declarada a epidemia como um perigo mundial, Chan afirmou que "se trata claramente de um vírus animal transmitido ao homem, e isso tem um potencial pandêmico, porque está infectando as pessoas". No entanto, esclareceu que não é possível dizer por enquanto se haverá epidemia. Ela disse que o comitê de emergência da entidade, reunido em Genebra, "examinará uma série de questões e possivelmente emitirá recomendações temporárias" para resguardar a saúde pública, as quais podem ir desde conselhos para viagens a restrições comerciais. Embora Chan tenha dito que não houve identificação de outros focos da doença fora do México e dos EUA, afirmou que a organização pediu a todos os países para que alertem imediatamente caso registrem casos anormais de pneumonia ou de gripe fora da estação habitual ou dos grupos que costumam ser mais afetados, como crianças e idosos. Chan também desmentiu que muitos trabalhadores do setor de saúde tenham sido contaminados pela doença. "No México, há dois trabalhadores do setor de saúde que contraíram a doença, e nossos especialistas estão estudando, com as autoridades mexicanas, em que circunstâncias isso ocorreu", ressaltou.
O que mais preocupa à OMS e que a faz julgar que pode virar uma enfermidade de risco pandêmico, é que já houve casos em que o vírus foi transmitido de pessoa para pessoa. "Ainda é cedo para dizer se há uma relação" entre este vírus e o da gripe espanhola de 1918, que matou mais de 25 milhões de pessoas. Entretanto, lembrou que "há semelhanças porque, assim como neste caso, os mais afetados são os adultos jovens com boa saúde". Segundo um documento divulgado pela OMS, o perigo da epidemia mundial reside no fato de que "a maioria das pessoas, especialmente todos aqueles que não têm contato regular com porcos, não estão imunizados frente aos vírus suínos". "Se um vírus suíno estabelece uma transmissão efetiva de humano a humano, pode causar uma pandemia de gripe, cujo impacto é difícil de prever", acrescenta.
Chan disse na entrevista coletiva que o vírus é sensível ao medicamento fosfato de oseltamivir (o mesmo que foi usado contra a gripe aviária), e assinalou que México e EUA têm reservas suficientes do medicamento.
Tarde demais
Os centros para controle e prevenção de doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) disseram ser tarde demais para conter a doença no país pela vacinação, tratando e isolando pessoas. "Há coisas que nós vemos que sugerem que a contaminação não é muito provável", ele disse. Ele declarou que os casos nos EUA e no México provavelmente são o mesmo vírus. "Até agora, os elementos genéticos que analisamos são os mesmos". Mas Besser disse que não está claro por que os vírus causaram tantas mortes no México, se esta é uma doença branda nos EUA.[73]
Tratamentos
Pesquisas realizadas nos últimos dias têm mostrado que o vírus H1N1 é sensível aos compostos zanamivir (vendido com o nome comercial de Relenza) e oseltamivir (nome comercial: Tamiflu). Tais medicamentos são usados também para combater outras variantes de vírus influenza.[74]
Outra alternativa a ser seguida seria um bom cozimento da carne suína, ou comprá-la, cozer entre 77 °C, livrando de qualquer risco. Sempre que estiver em período de tratamento, o indivíduo deve lavar bem as mãos, tossir ou espirrar em seu antebraço (pois as mãos são uma forte fonte de contágio), e usar máscaras cirúrgicas para evitar que o contágio se prolifere.
Detalhes sobre o vírus
Um vírus é um pequeno aglomerado de moléculas e macromoléculas, de composição relativamente simples, que é capaz de se multiplicar (reproduzir) somente no interior de células vivas de animais, plantas ou bactérias. O nome vem do Latin e significa "veneno".
O vírus da Influenza pertence à família dos ortomixovírus e se apresenta em 3 tipos:
A, B e C.
O tipo A promove doença moderada a severa em todas as faixas etárias e pode causar epidemias, afetando até animais;
O tipo B afeta somente humanos, principalmente crianças e causa epidemias leves
O tipo C não é epidêmico.
A letra H, de H1N1, é a inicial de hemoglutinina, uma proteína localizada na superfície externa do vírus e que ele utiliza para se fixar nas células humanas. O nome vem da aglutinação das células do sangue.
A letra N, de H1N1, é a inicial de neuraminidase, uma proteína que quebra os açúcares da célula sob ataque para liberar novos vírus.
Como as duas proteínas localizam-se no lado externo do vírus, são elas que o sistema imunológico detecta e que os cientistas procuram alvejar na busca por formas de matar o vírus.
Os vírus da influenza têm oito genes, dos quais dois codificam para proteínas virais de superfíce (hemaglutina e neuraminidase), que permitem ao vírus entrar na célula hospedeira e se espalhar por outras.
Existem 16 tipos de hemoglutinina e 9 tipos de neuraminidase, que resultam em 144 combinações possíveis das proteínas.
Do total de combinações, até hoje se identificou que apenas três (H1N1, H2N2 e H3N2), estão totalmente capacitadas a infectar humanos. Outras combinações, como o H5N1, causador da gripe aviária, podem ocasionalmente atingir humanos.
Apenas as hemoglutininas 1, 2 e 3 ocorrem nos seres humanos (daí os H1, H2 e H3 nas denominações dos vírus). Da mesma forma, apenas as neuraminidases N1 e N2 são frequentes no ser humano.
Os outros tipos são encontrados em aves. Como não ficam gripadas - os vírus atacam seu sistema digestivo e não o sistema respiratório - as aves migratórias misturam os vírus em escala mundial.
Os vírus A e B são os mais comuns. Cada um dos tipos apresenta populações diversas, denominadas cepas.
Os vírus da Influenza podem sofrer de forma permanente, pequenas alterações na sua superfície, caracterizadas como mudanças antigênicas leves.
É por isso que a cada ano a composição da vacina contra o vírus da Influenza precisa ser alterada. Há no mundo uma rede de mais de cem laboratórios credenciados pela Organização Mundial Saúde, que são responsáveis por captar os vírus circulantes na população e caracterizá-los.
No ano passado, as cepas de vírus da Influenza circulantes no país foram:
Influenza A/Sydney/05/97 Like (H3N2);
Influenza A/Bayern/07/97 Like (H1N1);
Influenza B/Beijing/184/93;
Influenza B/Beijing/243/97.
Em todo o mundo, o vírus da Influenza é bastante disseminado, produzindo epidemias anuais, com grau variado de gravidade.
Os vírus multiplicam-se invadindo células hospedeiras e ordenando-lhes que produzam muitas cópias do seu próprio DNA - uma tarefa que o vírus é incapaz de desempenhar. Ligam-se ao exterior da célula e injetam-lhe o seu DNA. A célula não distingue entre o DNA oferecido pelo vírus e o seu próprio.
Apenas segue as instruções genéticas inscritas no interior das suas paredes para fazer cópias de qualquer DNA que lhe apareça. Assim, em lugar de produzir novo material celular, a célula invadida transforma-se numa fábrica de vírus. Estes abandonam a célula que os gerou e partem em busca de outras células para multiplicar-se. E quando isto acontece em nosso corpo e o sistema imunitário não reconhece o vírus invasor ficamos doentes.
Em geral, somos imunes a esses vírus não porque o nosso sistema imunitário já tenha tido oportunidade de os conhecer e de se apetrechar para os enfrentar, mas sobretudo porque tais vírus nunca se aventuraram nesse novo território que é o corpo humano.
Ora, é quando lhes propiciamos essa aventura - quer invadindo uma floresta virgem onde, por exemplo, o vírus Ebola levava uma vida pacata num hospedeiro qualquer (talvez um roedor ou um inseto), quer criando aves em condições de grande promiscuidade - que os vírus procuram alargar o seu domínio às células humanas que, totalmente desprevenidas, ficam à mercê de legiões de microrganismos.
É que essa é uma característica intrínseca dos vírus: a necessidade de novos locais para infestação, "conquistar novos territórios". É o instinto natural de muitas espécies.
Desenvolve-se então aquilo a que os médicos chamam um surto de nova cepa. E pouco há a fazer a não ser tentar circunscrever o surto. Como a cepa é nova, desconhecida, não existe qualquer forma de tratar a doença, nem nenhuma vacina que impeça o contágio. Todos se recordam das terríveis conseqüências do mais recente surto de Ebola na África Central; estamos familiarizados com as baixas que as novas estirpes de vírus da gripe costumam provocar, em especial nas pessoas menos resistentes - idosos e doentes do aparelho respiratório -, e também sabemos que certos vírus, como o da Aids, apesar de conhecidos há muitos anos, insistem em não dar tréguas à humanidade.
A Estrutura do Vírus
1. O RNA (Ácido Ribonucléico) é uma espécie de "livro de receitas" de como deve funcionar o microorganismo. A combinação de ingredientes é que faz a diferença de um vírus da gripe para outro. Depois que o vírus entra na célula, o RNA guia a fabricação de novos microorganismos. O RNA do Influenza tem alta capacidade de mutação. Por isso, cada gripe se apresenta de forma diferente.
2. Espículas - Pequenas pontas que facilitam a fixação do vírus nas mucosas e nas membranas das células.
3. Cápside - Tipo de capa para proteger o RNA, núcleo do vírus.
4. Envelope - Estrutura que envolve a cápside, formada por proteínas e gorduras.
Como o Vírus Age
1. O vírus penetra no organismo, principalmente através das mucosas, pele que serve de revestimento para o nariz, a boca e os olhos.
2. Pela mucosa do nariz, o Influenza atinge a corrente sanguínea. A passagem do vírus pela mucosa nasal aumenta a produção de secreção e provoca o primeiro sintoma da gripe: a coriza.
3. Na corrente sanguínea, os vírus atacam as células.
4. O vírus, quando penetra na célula, libera o RNA, que é transformado em DNA (outro tipo de livro de receitas) graças à ação de uma enzima, a transcriptase reversa.
5. Quando o RNA se transforma em DNA, a célula é enganada, pois não interpreta o vírus como corpo estranho.
6. O DNA do vírus se funde com o da célula, impedindo assim seu funcionamento normal e obrigando-a a produzir cópias do vírus.
PREVENÇÃO E TRATAMENTO
Não existe um medicamento eficaz para o tratamento da gripe. Os remédios servem apenas para diminuir os sintomas. Considera-se o tratamento da gripe como um "tratamento sintomático".
Quando não ocorrem complicações na evolução da doença, ocorre melhora e resolução completa em um período médio de cinco a dez dias. Outrossim, não devemos confundir as gripes com os resfriados comuns.
Na maioria das vezes, repouso, a ingestão abundante de líquidos e medicamentos sintomáticos são suficientes para o auxílio à recuperação total. Entretanto, os cuidados com os pacientes acometidos pela gripe não devem ser negligenciados. Podemos afirmar seguramente que as complicações ocorrem com certa freqüência na casuística dos consultórios médicos.
Quando perceber que o estado gripal não está evoluindo com a melhora previsível, orientar-se com o seu médico é o melhor caminho a seguir. Complicações como as sinusites, otites e pneumonias são alguns dos problemas que podem surgir no decorrer do processo gripal. Ressalta-se que as pessoas com idade acima de 60 anos, os portadores de doenças crônicas, os imunodeprimidos e as crianças menores são as mais atingidas nestes casos.
Com a chegada das estações mais frias do ano, as pessoas reúnem-se em recintos fechados e ficam mais próximas umas das outras, havendo desta forma possibilidades maiores de contaminação pelo vírus da gripe.
Listamos a seguir algumas medidas de ordem profilática ou preventivas:
Cultive hábitos alimentares saudáveis, ingerindo alimentos ricos em proteínas, fibras, vitaminas...
Beba bastante líquido (água pura, suco de frutas ou chás). Os líquidos ajudam a manter o corpo hidratado, além de ajudar a eliminar as toxinas que fazem mal ao nosso organismo. Evite bebidas geladas;
Durma pelo menos oito horas por dia;
Faça exercícios regularmente. Pratique esportes. Diminua o stress em sua vida. Estudos mostram que pessoas mais estressadas adoecem mais, porque diminuem as defesas do organismo;
Evite aglomerações e ambientes fechados. Mantenha sempre o ar circulando para que os vírus não se concentrem no local;
Evite choques térmicos, como tomar banho quente e sair no frio;
Não fume e evite a poluição;
Lave sempre as mãos;
Respire pelo nariz, nunca pela boca. A mucosa do nariz foi feita para aquecer e umedecer o ar que respiramos, evitando que o ar chegue frio nos pulmões;
Mais recentemente, foi introduzida no mercado brasileiro a vacina contra a gripe. Ela vem apresentando bons resultados, devendo ser utilizada sempre sob prescrição médica, durante o outono e repetida anualmente, uma vez que o vírus possui a capacidade de alterar sua estrutura periodicamente.
Alguns recomendam as vitaminas ou os tônicos reconstituintes para combater os efeitos da gripe. Mas não têm qualquer eficácia.
O cansaço deriva da persistência dos efeitos tóxicos da infecção e eles só cedem, progressivamente, de maneira espontânea.
Os antibióticos não são adequados para combater a gripe, já que ela, como se disse, é provocada por vírus e os antibióticos combatem apenas as infecções produzidas por bactérias. Contudo, quando existe perigo de uma complicação broncopulmonar por sobreinfecção bacteriana, os antibióticos são eficazes para prevenir esta última.
A vacina antigripal é eficaz unicamente se o vírus, a partir do qual ela foi elaborada, coincidir como o da infecção a se prevenir. As dificuldades para que se produza tal coincidência são enormes, já que as características do vírus mudam de um ano para outro. Somente depois de se manifestar uma nova modalidade de gripe, dispõe-se dos elementos necessários para se adequar a vacina à epidemia concreta. A Organização Mundial de Saúde criou uma série de centros dedicados a isolar e identificar os vírus gripais modificados, para distribuí-los a todas as nações a fim de que sejam produzidas as vacinas. Mas em muitas ocasiões não é possível obter a tempo as doses suficientes para se deter uma epidemia.
Medidas devem ser tomadas para o combate à gripe. A tosse e as dores atenuam-se com remédios indicados especificamente para seu tratamento, independentemente de que sejam ou não resultado da gripe. Ao contrário do que diz a crença popular, é inútil o doente transpirar.
Quando você quiser dar adeus à gripe:
Tome uma injeção de Ozonyl, após consultar deu médico. Não desaparecendo os sintomas no dia seguinte, repita a aplicação, ou siga a orientação médica;
Fique em casa. Descansando e relaxando, você vai ativar o seu sistema imunológico, fazendo seu resfriado sarar mais rápido. Além disso, você evita passar a doença para os outros.
Use roupas claras e largas, que facilitem a respiração da pele. O "suador" é um mito;
Use lenços de papel ao invés de lenços de pano. Os lenços de pano acumulam grande quantidade de germes, espalhando no ar os vírus e reinfectando as pessoas. Sempre lave as mãos após assoar o nariz;
Beba muito líquido para amenizar a tosse e o ressecamento das mucosas;
Use compressas frias, que ajudam a reduzir a febre muito alta e diminui o mal-estar;
Gargareje com água morna e uma pitada de sal. Isso alivia a dor de garganta;
Video sobre a gripe suína
http://www.youtube.com/watch?v=qVN4909pJPs&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=VfBYX4EoJiY
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